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Inteligência artificial · Notícia e análise

Google lança Gemini 3.8 Live e já potencializa o Search Live com conversas em tempo real

Google anuncia Gemini 3.8 Live e Extended Thinking, com benchmarks líderes e integração imediata ao Search Live e outros produtos.

Google · imagem de referência; não representa o evento noticiado. · Press Information Department · Public domain Origem

O Google anunciou em 15 de setembro de 2026 o Gemini 3.8 Live e sua variante Gemini 3.8 Live Extended Thinking, dois modelos de diálogo em tempo real que passaram a operar em produtos como Search Live, Gemini Live, Google Workspace, Gemini API, Google AI Studio e Gemini Enterprise. Rajan Patel, vice-presidente de Engenharia para Search e cofundador do Google Lens, afirmou que o Gemini 3.8 Live está potencializando conversas em tempo real no Search Live, com respostas mais úteis, suporte multilíngue fluido e interações mais naturais.

O Search Live foi lançado globalmente em março de 2026, depois que o Google removeu a exigência de opt-in para o recurso. Agora, o Gemini 3.8 Live está disponível para todos os usuários dentro dessa ferramenta, enquanto a versão Extended Thinking, voltada para tarefas de maior complexidade, chega a outros produtos do ecossistema Google como Docs, Gmail e Keep, com variações de acesso conforme o tipo de assinatura.

Fontes: www.seroundtable.com · www.unite.ai

Google · imagem de referência; não representa o evento noticiado.

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Press Information Department · Public domain

Origem da mídia

Desempenho em testes técnicos

Segundo o Google, o Gemini 3.8 Live Extended Thinking conquistou a primeira posição geral no Speech to Speech Quality Index da Artificial Analysis, com pontuação de 82,6. O modelo também lidera em conclusão de tarefas de agentes, com 68,6% no benchmark τ-Voice e 35,1% no τ-Voice-banking da Sierra, além de registrar 97,7% no Big Bench Audio.

Já o Gemini 3.8 Live, versão sem o modo de raciocínio estendido, ficou em segunda posição no Speech Agent Arena da Artificial Analysis, citado por alta preferência entre usuários. O Google descreve o modelo como altamente eficiente em custo e projetado para escala, capaz de processar entradas visuais em tempo quase real e executar chamadas de ferramentas em segundo plano sem interromper a conversa.

Fontes: www.unite.ai

Parcerias e ecossistema de desenvolvedores

O Google nomeou Agora, Fishjam, LiveKit, Pipecat, Vercel e Vision Agents como plataformas de desenvolvedores que utilizam a Gemini Live API para construir interfaces controladas por voz, enquanto essas plataformas gerenciam a infraestrutura de streaming de mídia em tempo real. A empresa também informou parceria com Salesforce, Genspark e Lumeris nos novos modelos, com foco em latência, fluidez e capacidade de chamada de ferramentas.

Os modelos foram apresentados por Tom Ouyang, engenheiro principal, e Malini Jaganathan, membro da equipe técnica, em nome do Gemini Audio Team. Todo áudio gerado pelos produtos de IA do Google recebe uma marca d'água chamada SynthID, incorporada de forma imperceptível ao som para permitir a detecção de conteúdo gerado por inteligência artificial.

Fontes: www.unite.ai

Capacidades multilíngues e visuais

O Gemini 3.8 Live detecta e transiciona automaticamente entre 97 idiomas suportados durante uma mesma conversa, sem que o usuário precise reiniciar a interação. O modelo também processa entradas visuais em tempo quase real, o que segundo o Google adiciona contexto e produz respostas mais úteis durante o diálogo.

Fontes: www.unite.ai

Olhar da Hédiz · Análise

O que muda para quem decide

Para empresas que avaliam assistentes de voz ou automação conversacional, os benchmarks divulgados pelo Google sugerem que modelos de diálogo em tempo real estão amadurecendo para tarefas de múltiplas etapas, como coordenar processos ou responder em vários idiomas sem interrupção. Isso pode, no futuro, ampliar o leque de opções para atendimento automatizado com maior naturalidade.

Ainda assim, a disponibilidade em produtos empresariais como Gemini Enterprise está em prévia privada, o que limita o acesso imediato para a maioria das empresas. A decisão de adotar esse tipo de tecnologia depende de testes próprios, já que os números apresentados vêm de benchmarks do próprio Google e de parceiros como Artificial Analysis e Sierra.

Fontes: www.unite.ai

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